Rir dos outros é tão fácil porém, quando somos quem sofremos uma pegadinha, geralmente nos sentimos humilhados. Talvez em muitos casos motivados pela própria criação humana, não queremos assumir que não somos espertos para todas as ocasiões da vida e, nem cogitamos que estranhos a descubram. É como se quisessemos vender a imagem de pessoas sérias, destas que pagam para não rir. A gente tem vergonha que notem que não sabemos conversar direito, que não sabemos discutir com conhecimento adequado, que nossas escolhas de parceiros não são as melhores. Quantas pessoas se escondem embaixo de psicotrópicos ou bebem para não serem percebidos como seres normais, ou será que normal é usar drogas licítas ou ilicítas para continuar sobrevivendo. Hoje existe a campanha ao tabaco porém há muitos anos sabe-se que o àlcool mata, desmonta lares, comete crimes bárbaros. O tabaco produz uma série de doenças que envolvem um gasto enorme para a saúde pública e, o alcool? Mas também penso que não é apenas o alcool, a cerveja , os destilados mais enobrecidos que são esquecidos, afinal o ser humano precisa ter um vicio qualquer para mantê-lo mais atiçado ou apagado às confusões co seu cotidiano. Já pensou uma reunião de amigos, um churrasco, um aniversário, uma festividade qualquer sem bebida, aí tem a lei que deixa bem claro sobre a dosagem limite para dirigir, afinal as pessoas precisam se divertir matando ou não no trânsito, isso é coisa de fatalidade, é coisa que pelo número de veículos é natural que mais hoje ou amanhã irá acontecer, desde que não seja com meu filho, minha irmã, um familiar meu, um amigão, isto é, o que costumam dizer ou aceitar quando a naturalidade acontece.Como não passamos de crianças crescidas, eu lembro que enchia a cara de Ki-suco e guaraná e me divertia, acho que a maioria de crianças era assim. A pegadinha no trânsito pode ser realizada com um,dois ou mais copos de bebida alcoolica, seja qual, porque tem os que possuem e os que não tem maior resistência a sua saturação. A gente ri quando ve um bebado dizendo não estar bebado mesmo diante de todos os sinais de embriaguês mas, não percebe que este ser que nos faz rir poderia ter matado um ente querido nosso( familiar,amigo,filho,noiva,etc) . A pegadinha no trânsito se fosse levada a sério, por quem ainda não tem sequelas familiares ajudaria, e muito à não verem pessoas humilhadas chorando a perda para sempre do carinho do outro quando não, sua subsistência em uma cadeira ou cama. Acredito que poderiam pregar cartazes , dessa maneira em estabelecimentos comerciais :Se fumar não entre, se beber não saia. Seria uma boa pegadinha para ambos.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Para escrever alguma coisa é bem mais complicado do que falar. Se a gente fala algo que não é real, o assunto fica restrito a uma meia duzia de pessoas mas, se escrever aí a notícia torna-se popular ou impopular. Quando se fala pensa-se que o risco de tornar-se besteira é amenizado, pela sensação de que imediatamente podemos nos corrigir ou alguém virá em nosso socorro, já quando pensamos e escrevemos o nosso escudo caí, ficamos vulneráveis a todo o tipo de atitude. Estava vendo algumas pegadinhas e como todos que aqui assistiam era só risada.
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