Ontem falando com uma pessoa, veio o assunto de gastos caros com telefone celular.Ele bravo por causa de tanto que havia gasto e, mesmo com telefone modernissímo não via vantagens em mantê-lo porém, havia o compromisso de contrato que deveria ser cumprido senão, haveria multa que não compensaria o desligamento da concessionária. Eu tenho o hábito de dizer que não passamos de crianças crescidas e, por conseguinte, é até mais fácil entender que ele se complicou por estar motivado na época da aquisição deste celular por causa dos modismos, da necessidade de não ser visto como pessoas atrasada na evolução tecnológica. Existe uma cobrança psicológica de nós mesmos de acompanharmos todas novidades e isso gera uma falta de parar para observar o que se nos apresentam;de discutirmos conosco se há a real utilidade; se irá preencher de fato aquilo que desejamos e nem sempre pesquisamos com sensatez todas as possibilidades para que não venhamos novamente a sofrer decepções. Geralmente nos avistamos com a idéia de que pagaremos caro para obter o nosso desejo incontrolável mas, valerá a pena, depois é que já sossegado o impulso da compra , nos deparamos com o gasto exagerado, com o custo beneficio impróprio mas já realizado. Demoram-se alguns anos, alguns belos tombos, algumas confusões até mesmo familiares para que consideremos que tudo não passa de um grande defeito nosso, que temos que corrigir, de uma maneira que não nos faça sofrer, não nos ponha como incapacitados, por não podermos participar de tudo o que a vida oferece. Tem um trecho da Biblia que se refere à uma passagem que me fez refletir melhor para as novidades do mundo:quando te assentares a uma mesa farta, come apenas o que necessita. É bastante delicado ter que abrir mão daquilo que até então era primordial ou colocamos impreterívelmente que o seja, dá a impressão que estamos abandonando as maiores chances ou as pequenas chances de sermos felizes. Ainda hoje, tenho que lembrar dos escritos biblícos, e, mesmo assim me deixo seduzir pelas virtudes da vida, pelas "necessidades" que a vida insiste em afirmar que tenho, então é uma briga constante entre o que quero , o que eu posso ter e o que eu não preciso e, nem me fara falta se não te-lo. Não se trata apenas de coisas materiais mas, também de sentimentos,afinal nunca estaremos inteiramente satisfeitos com a vida que levamos ou o que aparentamos fisicamente ser ou,com que ela ainda está nos devendo. Então como dizem que, aprendemos com nossos erros, procuro, tento, me cobro sempre evitando errar o menos possível.assumo que tenho que fazer esse Mas quando erro procuro ameniza-lo, descobrindo inúmeras formas de aprender a não doer tanto.O que é certo hoje, não o será amanhã.Quanta coisa fizemos julgando estarmos corretos e, hoje descobrimos o quanto eramos idiotas, ou seja a gente achava bonito ser feio.
Nenhum comentário:
Postar um comentário