quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Para escrever alguma coisa é bem mais complicado do que falar. Se a gente fala algo que não é real, o assunto fica restrito a uma meia duzia de pessoas mas, se escrever aí a notícia torna-se popular ou impopular. Quando se fala pensa-se que o risco de tornar-se besteira é amenizado,  pela sensação de que imediatamente podemos nos corrigir ou alguém virá em nosso socorro, já quando pensamos e escrevemos o nosso escudo caí, ficamos vulneráveis a todo o tipo de atitude. Estava vendo algumas pegadinhas e como todos que aqui assistiam era só risada.
 Rir dos outros é tão fácil porém, quando somos quem sofremos uma pegadinha, geralmente nos sentimos humilhados. Talvez em muitos casos motivados pela própria criação humana, não queremos assumir que não somos espertos para todas as ocasiões da vida e, nem cogitamos que estranhos a descubram. É como se quisessemos vender a imagem de pessoas sérias, destas que pagam para não rir. A  gente tem vergonha  que notem que não sabemos conversar direito, que não sabemos discutir com conhecimento adequado, que nossas escolhas de parceiros não são as melhores. Quantas pessoas se escondem embaixo de psicotrópicos ou bebem para não serem percebidos como seres normais, ou será que normal é usar drogas licítas ou ilicítas para continuar sobrevivendo. Hoje existe a campanha ao tabaco porém há muitos anos sabe-se que o àlcool mata, desmonta  lares, comete crimes bárbaros. O tabaco produz uma série de doenças que envolvem um gasto enorme para  a saúde pública e, o alcool? Mas também penso que não é apenas o alcool, a cerveja , os destilados mais enobrecidos que são esquecidos, afinal o ser humano precisa ter um vicio qualquer para mantê-lo mais  atiçado  ou apagado às confusões co seu cotidiano. Já pensou uma reunião de amigos, um churrasco, um aniversário, uma festividade qualquer sem bebida, aí tem a lei que deixa bem claro sobre a dosagem limite para dirigir, afinal as pessoas precisam se divertir matando ou não no trânsito, isso é coisa de fatalidade, é coisa que pelo número de veículos é natural que mais hoje ou amanhã irá acontecer, desde que não seja com meu filho, minha irmã, um familiar meu, um amigão, isto é, o que costumam dizer ou aceitar quando a naturalidade acontece.Como não passamos de crianças crescidas,  eu lembro que enchia a cara de Ki-suco e guaraná e me divertia, acho que a maioria de crianças era assim. A pegadinha no trânsito pode ser realizada com um,dois ou mais copos de bebida alcoolica, seja qual, porque tem os que possuem e os que não tem maior resistência a sua saturação. A gente ri quando ve um bebado dizendo não estar bebado mesmo diante de todos os sinais de embriaguês mas, não  percebe que este ser que nos faz rir poderia ter matado um ente querido nosso( familiar,amigo,filho,noiva,etc) . A pegadinha no trânsito se fosse levada a sério,  por quem ainda não tem sequelas familiares ajudaria, e muito à não verem pessoas humilhadas chorando a perda para sempre do carinho do outro quando não, sua subsistência em uma cadeira ou cama. Acredito que poderiam pregar cartazes , dessa maneira em estabelecimentos  comerciais :Se fumar não entre, se beber não saia. Seria uma boa pegadinha para ambos.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Olhando pela janela vejo o céu sem estrelas,parece um azul escuro, pincelado por uma brisa fresca.Um tempo desses traz algumas recordações, traz umas reflexões, lembranças de um tempo que parece que foi ontem que aquilo aconteceu.Quando a gente  sem perceber se pega visualisando um rosto, um nome de uma pessoa que nem lembravamos que tinhamos conhecido, é até uma certeza da importância de quantos os outros e não importa quem o sejam tiveram uma marca em nossas vidas.Recordo as caminhadas numa avenida comprida,a calçada feita de pedras quadriculadas,as muretas vazadas uma de cada lado das calçadas que eram entrecortadas horizontalmente por um riacho.Esta avenida deve ter mais ou menos tres a quatro quilometros e, nas calçadas  direita e esquerda que dividiam a avenida ao meio, haviam banco de pedras colocados a uma certa distância entre eles que contracenavam com àrvores que no verão refrescavam quem por ali  passava, enquanto que no inverno,o barulho de suas folhagens , o vento soprado pelo mar que, era o começo ou fim  do caminho, alimentava uma solidão, um friozinho na barriga principalmente de madrugada quando havia nevoeiro, daqueles de filme ingles.Conhecida como avenida do canalete, servia de divisa entre  o centro da cidade e outro bairro chamado Cidade Nova. .Engraçado que no começo  dela está até hoje  o quartel de Exército Brasileiro e ao fim dela estava  o famoso Cadeião, que era a cadeia pública da cidade. Sempre que passava em frente ao quartel, tinha-se que atravessar a calçada pois, era proibido caminhar rente à parede do quartel, enquanto que na calçada em frente à cadeia, não havia essa particularidade.A parte delicada de passar em frente à cadeia, que de tres ou quatros andares, não lembro bem, é que os presos ficavam nas janelas gritando, pedindo cigarros, fazendo chacotas, dizendo gracejos às moças e senhoritas bonitas e até as feiinhas não escapavam de seus palavreados.Já  no quartel era bem diferente pois, durante o mês de agosto haviam festividades no Exército e as escolas e o público eram  convidados a conhecerem suas instalações e armamentos,inclusive entrar nos tanques de guerra.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Atrasaram-se os relógios e o tempo continua célere em suas   suas passadas largas rumando em direção à morte de nossos pensamentos. Vive-se reclamando que vida poderia ser melhor do que nos apresenta, de que o mundo não deveria ser assim, mas se é prá ser menos complicado, porque a gente complica inventando formas de sobreviver com ele.Se repete-se o ditado de que não se deve dar murro em ponta de faca, qual o motivo que justificaria  tantas e tantas mudanças.É muito fácil e bem menos complicado nos ajustarmos as situações que nos afligem,encorajam ou nos amedrontam do que não querermos assumi-las de que são nossas questões e, não castigos que nos presenteiam e  se for visto de outra forma todo o presente ganho, será sempre uma surpresa e como tal gerará expectativas e todo expectativa é sempre vislumbrada com deslanches de ansiedade e euforia.Quase sempre a ansiedade nos leva a uma série de imaginações e toda vez que a gente imagina determinada situação leva-nos ao erro, porque a realidade por si só é bem distante e aí passa a ser cruel, porque não haviamos nos preparado para aceitá-la ou nem sequer supunhamos que seria diferente.Já a  euforia coloca-nos à merce  de exaltações de felicidade que exposta de forma desmedida por ser felicidade, nem sempre é retornável na mesma proporção que a aguardavamos, e às vezes voltamos a dar murros em ponta de faca. Acredito que as pessoas na vida, comportam-se como filhos de pais brigados,elas querem levar vantagem sempre, não aceitam negativas, elas tem que atingir seus objetivos e se não alcança-los irão ,sem titubear culpar alguém, seja Deus ou o vizinho, alguém será culpabilizado.Tem um termo que acho adequado para ter uma maior facilidade de enfrentamento às "adversidades" da vida que é a resiliência (facilidade de maleabilidade) ou seja encontrar subterfugios, atitudes benéficas para si e aos outr quaisquer que sejam de assumir que a vida é aquilo que de alguma forma deixamos que acontecesse ou ganhamos como presente.Dizem aos quatro ventos que Deus é maior e, Ele sabe o que faz, que Ele sabe o fardo que dá para cada um carregar.A vida é feita de desafios e a persistência com serenidade,dimensão de palavras e atos torna-se mais fluídica.Se o que aqui se faz,aqui se paga também sabemos que ninguém veio para sofrer, mas podemos reverter  aprendendo com um sofrimento positivo.Viver é tão bom que quando a gente adoece grita socorro e diz eu quero ficar bom pra viver bastante.Se morrer é descansar, eu quero é viver cansado.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

O favor vira obrigação para algumas pessoas.Elas se posicionam de uma maneira que de certa forma muitas vezes não conseguimos dizer-lhes um não bem grande ou simplesmente a nossa negativa é interpretada como uma  indelicadeza tão grande que pode até acabar com a nossa "amizade" .Geralmente elas se posicionam como se tivessem vindo ao mundo para serem servidas e não para cooperarem com outras.Parece que a felicidade só deve existir em suas vidas; os melhores móveis são os da sua residência;seus filhos são os mais inteligentes e comportados do mundo.Falando em filhos, lembrei de uma  coisa bem curiosa e que começa bem cedo ou até antes disso, quando mães se encontram começam a indagar-se sobre quando ele começou  a engatinhar e quando o seu tardiamente em relação à " amiga", ela apressadamente rebate:-é mas os dentes dele nasceram antes  do tempo que a outra havia referido.Então não há muito o que estranhar porque as mães desde cedo incutem nas crianças que elas são acima da média nisso ou naquilo e, estas crianças crescem crendo que realmente são melhores que quaisquer outros.Tem gente que se delicia como tombo do outro,parecendo bandido quando vê o rival sendo preso, alegra-se referindo-se àquele como o "tonto" que não sabe fazer direito.Mal sabe ou sabe mas finge não saber que, o seu tombo também irá chegar. As pessoas reclamam com muita naturalidade:- esta acontecendo isso comigo, eu não mereço!Na casa do  vizinho tudo pode acontecer,porém na minha eu não admito, parece até e, ela crê que é dona da vida.Vive como se fosse adolescente que grita para que todos ouçam:A vida é minha e eu faço dela o que eu quiser.Acho engraçado que essas pessoas que assim se  "acham" esquecem ou nunca perceberam  que a vida não é minha eu é que sou filho dela e sigo o caminho que ela traça, se não fosse assim não estariamos morando aqui,sendo vizinho daquele ali,trabalhando lá,frequentando acolá,etc..Favor faz-se quando estamos dispostos, obrigação surge quando nos é imposto.Talvez com o passar do tempo essas pessoas que julgam terem apenas serviçais descubram terem perdido muito tempo de não terem ensinado à seu filhos que assim como eles, os outros também gostam e cultivam respeito,educação,compreensão e amor aos próximos como a si mesmo.

As noticias chegam aos nossos ouvidos em grande profusão e de forma tão desordenada que fica dificil recolocá-las em ordem,se é que elas ficarão ordenadas de forma correta e se é que elas merecem receber a atenção e força que estamos ou nos sentimos obrigados  a lhes dar atenção.Talvez pelo hábito que acabamos adquirindo de deixarmos tudo limpo para o dia seguinte,tudo resolvido ou como faremos para resolver da maneira mais coerente,sensata e menos danosa  para qualquer dos lados,mas para nós ou aos que nos rodeiam sofram menos.È  complicado,complicadissimo entender o que de devemos  assumir ou sumir de nossos deveres ou obrigações.Para evitar dissabores, fingimos não estar acontecendo nada daquilo que estamos vendo, aguardamos que o outro perceba, mas  o outro não tem o menor interesse em modificar algo que prá ele está longe de ser ótimo, mas é do seu interesse que continue ao menos, bom.Existem pessoas que só se movimentam quando são chamadas sua atençao,feito crianças em que os pais sempre tem que lhes dizer o que, e o que não fazer.Alguns dizem que é uma maneira de levar a vida sem sofrimento,pois nunca entram em conflito com ninguém,pois como crianças logo esquecem a bronca que tomaram e, se a tomaram ten-nas como normal  ou o outro é que é exigente em demasia ou gosta de arrumar confusão com coisas futeis , na sua visão lágrimas .Neste grupo encontro pessoas que simplesmente aproveitam-se para esconder sua real necessidade que talvez entre a sua sobrevivencia por sentirem-se alijadas de segurança emocional,de coesão de idéias ou até de fraqueza   moral.Há uma mistura de falta de sentimento  de amor próprio com apego exagerado em suportar tudo com resignação e ódio dosados com igual medida e disforme intensidade expostos sempre de maneira desigual e verdadeira competência `a induzir sua vítima ao perdão ou ao castigo   que por ora os instigam.È delicado optar entre o cruel e a docilidade da compreensão, mas também  deixar por não fazer algo,torna-se lástimavel não deixar de refugiar-se entre o certo,o errado e a compaixão.A decisão do que fazer,do que decidir será perturbadora , mas por ser ameaçadora aí é que impõe-se uma decisão firme, pertinente com a angústia que nos cambaleia.Em qualquer decisão em que tomamos na vida ,tenho em mente que alguém chorara mais ou menos que o outro,mas que cada qual saiba aproveitar as lágrimas para limpar os olhos para poder enxergar melhor o futuro que se aproxima dele.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Passam tantas coisas na cabeça da gente que fica dificil saber qual será a primeira a ser executada.Por mais que tente ser organizado,ser metódico, no conversar com pessoas surgem novas perspectivas e todas à primeira vista parecem ser melhores que as anteriores.Há vezes ou sempre tem se a idéia de que devemos deixar as antigas de lado ou mesmo esquece-las, talvez pelo medo de perdermos a chance de sermos felizes com o que a vida nos oferece.Isso faz lembrar do tempo em que estavamos sem  emprego ou sózinhos sem ninguém para gostar da gente e, quando conseguimos, chegam cartas, convites,declarações que talvez nunca descubramos se foram ou não sinceras.E os empregos então, deixamos áquele primeiro e, corremos em busca  dauele segundo tão sonhado que depois  com tristeza maior ou igual ao desemprego ou o desperdicio de um amor verdadeiro que deixamos escapar por falsas promessas que nos iludimos em crer que tudo,tudo,mas tudo aquilo mesmo era pra ser meu e não poderia deixar escapulir por entre meus dedos.Naquele instante acreditamos piamente que Deus escreve certo por linhas tortas.È estranho ter que aceitar que nós não   passamos de crianças crescidas que sempre pensam saber de tudo, mas que sempre se assusta quando tem que decidir alguma coisa importante que vai redesenhar sua vida.Talvez  essas criancices,impetuosidades podem ser melhores aceitas para acobertar nossos erros.Algumas crianças tem facilidade para ter maior concentração outras seu poder de concentração é bem menor, e como crianças crescidas que somos rápidamente utilizamos o ditado de "herrar é humano.Encontramos pessoas ótimas em fazer salgado,mas é muito dificil que as mesmas sejam também ótimas em fazer doces, talvez como em sala de aula alguns são bons em matemática e péssimos em história,ou seja a vida é uma troca de experiênciasIsso ajuda a não nos sentirmos tão errantes na vida.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Há vezes em que se perde algo e parece ser o fim de nossas vidas.Faz-se uma tempestade em um copo d'agua e coitado de quem disser o contrário naquele instante.Acabamos nos apegando a tanta coisa material e nem sequer percebemos o que vivemos ouvindo e repetindo:quando morrermos não levaremos nada.Mas essas coisas tidas como importantíssimas ajudam-nos a encontrarmos nossos iguais.È a roupa que guardamos porque faz-nos lembrar determinada conquista,porque se fosse de alguma derrota,é certo que já nos desvencilhariamos dela naquele instante fatídico;o chaveiro que sempre irá nos acompanhar nem que seja da gaveta de nosso armário:a caneta que só nós sabemos quem nos deu;   sem falar da fotos que lembram daquelas pessoas que os outros nem sonham em pensar que um dia ela deitou no nosso ombro.Enquanto não nos dermos  chances à novos experimentos interiores e exteriores não ficará  espaço adequado à novas sensaçoes que não sejam, as perdas de sempre, mas as conquistas que o mundo nos oferece gratuitamente e nós é que, teimamos em colocar um preço.Ou se insistimos em colocar preço, sabemos que viver é caro,pesaroso em muitas ocasiões, então devemos aproveitar bem a vida vivendo com mais intensidade o futuro, que será a próxima palavra se pronunciada for.O passado construiu o presente,que acaba  de ir embora portanto, para que possa escrever em uma lousa ela precisa estar limpa para que, todos entendam o que ali está escrito e, nós somos esta lousa que não precisa confundir ninguém e nem ser confusa . 

sábado, 18 de fevereiro de 2012

A gente às vezes se pega olhando no calendário e ficado assustado  com o dia do mês que é hoje,mas nem se apercebe dos compromissos que nós assumimos com outras pessoas e principalmente com aqueles que nós assumimos conosco mesmo.Quando uma criança vem e nos chama de senhor ou senhora,rápidamente saltamos em lhe dizer: :me chame de você; geralmente não queremos aceitar o fato de que os anos passam  a largas passadas,a gente não quer aceitar  que já estamos envelhecendo e nós nem sentimos ou fazemos questão de não aceitar.Hoje é muito fácil  esquecer a idade que temos pois, a nosso favor temos o vestuário, as possibilidades de frequentares lugares destinados aos mais jovens,o palavreado deles torna-se acessível ao nosso cotidiano,as chances de adquirir novos hábitos,novos costumes já não são vistos como barreira que nos separam do convivio social.Continua um adolescente vendo alguém de trinta como uma "coroa ou um coroa" mas que será muito benvindo se o mesmo souber palavrear e comportar se como um garotão ou garotona.Este interrelacionamento traz alguns dissabores, porque ainda a verdade quando colocada de forma áspera dói e dói muito principalmente quando não se espera as palavras vindas de quem nos deixava tão à vontade que até esqueciamos as nossas limitaçoes.No cotidiano aprende se que o que é novo prá um é velho para o outro e vice versa, porém acaba esbarrando na falta de ouvir(escutar e entender),pois áquele que não aceita ser taxado de velho nesta hora gosta de dizer que é experiente e não velho e a todo o custo quer impor suas ditas experiências de vida para que o mais jovem aceite sem titubear e sem argumentar pois todas  estas argumentações não serão aceitas.Os mais experientes em relação aos menos. sempre serão questionados sobre qual maneira correta de fazer ou deixar de tomar determinada atitude.Os mais jovens geralmente por serem acostumados a indagarem opiniões presumem que nesta vida tudo é ou será igual  ao passado ,como se fosse um jogo de baralho,e é claro que não é bem assim.Se todas as pessoas ou atitudes fossem iguais então os gêmeos univitelinos gostariam e repudiariam as mesmas coisas.O passo certo de hoje não é regra valer para amanhã,pois amanhã é outro dia e,a vida como nossos pensamentos  modificam se a todo segundo.As pessoas talvez sejam como os dedos da mão,são todos diferentes entre s i e cada qual com suas  finalidades.È bom percebermos as pessoas boas e ruins para aprendamos quais não devemos seguir, mas também estar atentos que é errar é humano ,portanto aceitar os nossos erros deve ser pimordial para aceitarmos com naturalidade os erros dos outros. Quem disse que sempre estamos certo.Olhe para trás no tempo e veja quanta coisa estúpida fez e ficava "se achando".Então aproveite o que a vida te oferece te policiando para não sofreres tanto nem fazeres outras pessoas menos ou mais experientes  chorarem demais .Temos dois ouvidos para ouvir bem:dois olhos para ver melhor e uma,sómente uma boca para falar.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

o bello dos meus olhos

o belo dos meus olhos

Ontem saiu o tão aguardado resultado do julgamento de Lindemberg, Alves e o veredito pela saudação popular era o esperado. No país não se cumpre pena maior que trinta anos, então prá que pena de 98 anos e alguns meses será que justifica ?O espetáculo de Tribunal do Júri ainda precisa existir ainda hoje?A sociedade ainda necessita  ver suas expectativas preenchidas?É justificável tanto gasto com translado do preso?E os policiais deslocados para o  Fórun que poderiam estar prestando atendimentos à comunidade?E o juiz, quantos processos deixou de avalizar?E os gastos com alimentação, hospedagem,iluminação do prédio?Será que já não está na hora ou já passou dela para fazer mudanas quanto a celeridade processual  ou maneiras outras que não se despenda tanto dinheiro público gasto  para tanto sensacionalismo?Até que ponto a vaidade humana deve ser maior do que julgar um ser errante?Os meios de comunicação sempre se utilizam do cotidiano para dar informações e sempre é bem aceito, mas tem que haver limite ao menos seja pela coerencia, pelo amor à vida do outro,pelo respeito que o ser humano necessita para sobreviver.Os meios de comunicação impõem o jeito adequado de comportamento á sociedade, mas exageros deveriam e devem ser evitados.Como falta de opção todos os canais exibiam notícias do julgamento como se para todos os mortais essa fosse a coisa mais importante da perpetuação humana.Se moramos  na democracia,então para que empurrar goela abaixo fatos que em nada nos enriquecem.Á  meu ver  mais uma vez está  caracterizado  que cadeia continua sendo para pobre. Pimenta Neves foi dirigido à uma peninteciária ou presídio ou cadeia pública?E os políticos atuais foram ou continuam presos por suas aberrações?

o belo dos meus olhos